Você sabota a sua possível gravidez?

Quantas vezes vivemos situações desfavoráveis por puro medo? Precisamos falar sobre esse movimento cheio de vício chamado autossabotagem. Você pode observá-lo em sua vida, por meio das resistências que você mesma fortalece em sua vida. É como se, inconscientemente, não pudesse ser feliz. Tem que complicar.

Superar a hipocondria (que é uma fuga inconsciente), em 2011, me fez ter clareza sobre isso. Estava tudo tranquilo em minha vida, mas terminava direcionando toda a minha energia para uma obsessão chamada “medo de doença”. Não me permitia ser feliz, então, deixava de apreciar a jornada para “sobreviver” no medo. E depois que me libertei disso, logo veio a infertilidade aqui de casa. A espiritualidade é realmente perfeita. Primeiro, me levou a cuidar do transtorno com psicóloga, para então, me convidar a colocar tudo aquilo em prática. E preciso confessar: tirei de letra e me sinto bem orgulhosa por isso.

Ir ao médico dia sim, dia não, acompanhar a ovulação, tomar injeções diárias e fazer tantos exames sem ficar com taquicardia ou com a sensação de pré-morte, me fez perceber o quanto realmente tinha saído do campo das ideias para o campo de ação. O transtorno foi tão instrutivo pra mim que hoje identifico rapidinho quando estou me deixando influenciar pela autossabotagem. E eu veto logo! Aqui não! 🙈😊 Também me faz perceber isso nas pessoas que chegam até a mim e, cá entre nós, é um mecanismo muito comum… Como trabalho com muitas mulheres tentantes, vejo o quanto se sabotam…

Colocam dificuldade em tudo sem nem perceberem isso… Por exemplo: temos um programa de 21 dias com várias práticas e com orientações específicas e, mesmo assim, surgem aquelas perguntas recheadas de resistências quanto ao horário, ao formato, a duração, estrutura… E meu alarme logo toca: sabotagem… 🙈 Uma outra ex-tentante, super querida, tinha como maior desejo, claro, engravidar. Fez todo o movimento, nosso curso de Ho’oponopono, Quero ser mãe! etc, engravidou e após a felicidade do positivo começou a focar em questões judiciais que, até então, não estavam na sua rota de paz… Resumindo: sabotagem.

Outras não se permitem iniciar o tratamento porque estão focadas na escassez (e se não

tiver dinheiro? E meu cargo de chefia?) ou, ainda, “meu marido não me apoia…” Algumas querem ler o livro Bendizer, mas criam suas dificuldades: “não acho na livraria perto de casa (enviamos para todo Brasil), não tem o e-book em X livraria online (sendo que oferecemos 5 outras opções), não consigo ler sem ser impresso (mesmo estando esgotado), não quero o livro sem ter autógrafo etc”. Tudo isso se resume em: autossabotagem.

Precisamos superar esse movimento primitivo, que não nos eleva. Quando lembro que corri atrás de todos os livros espirituais com abordagem generalista e transformei tudo para a minha fase tentante (foram cerca de cem), inclusive, todos de Louise Hay em português e os que não tinham tradução comprei via e-book em inglês e espanhol (estava mais acostumada com o impresso, mas quebrei a resistência, e tive de ler os livros, muitas vezes, com dicionários do lado), vejo realmente que tudo perpassa pela vontade real de querer ir além. Ter um filho pra mim era, de fato, a minha prioridade.

Hoje, busco disponibilizar tudo mastigado para encurtar o caminho que eu mesma precisei fazer, mas vejo, muitas vezes, não ser suficiente, porque existe um movimento que só a própria pessoa pode fazer por si mesma e ele se chama autoamor.

É por meio desse movimento que rompemos com a autossabotagem, esse vício de querer alimentar o nosso “eu sofredor”, a coitadinha, a vítima que segue a premissa “alguém tem que me salvar e precisa ser do meu jeito…” Somos além disso. Pode acreditar. Depois que eu entendi e passei a aplicar a lei do mínimo esforço, que tudo acontece em nossa vida com facilidade, iniciei uma caminhada mais próspera e pacífica. Experimente simplificar a sua jornada, aceitando-a com amorosidade. É seguro viver em paz. Deixe ir essa necessidade de dificultar a sua vida. Permita-se ser leve! 💜

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